Mobile: cuide do seu e-mail marketing


McLuhan já dizia que os meios eram extensões do homem: o telefone, a extensão do ouvido, a televisão, extensão dos olhos. Ele provavelmente não esperava a extensão de uma vida inteira. Uma segunda vida que é tão valorizada e integrada com a primeira.

Ricardo Longo, diretor geral da GingerTips, empresa do Grubo.Mobi, disse que o “mobile não é uma tendência, é uma era”, portanto, não é mais possível falar em nichos. O mobile seria, seguindo a lógica de McLuhan, a extensão da vida do homem. Em palestra para o EMMBrasil 2012, Longo afirmou que somos quase biônicos.

“O celular nos mostra o que não está ali. São olhos biônicos. A nossa memória se torna infalível. Temos resposta para qualquer pergunta a qualquer momento. A fonte desses poderes é o mobile.”

O mobile representa, então, uma mudança comportamental e sociológica de como as pessoas se relacionam com o mundo físico e digital. As empresas precisam perceber isso pois, atualmente, é gasto mais tempo nos aplicativos que no browser. Portanto a relação precisa ser de troca. O cliente irá se interessar pelo produto que é vendido através de uma estratégia em que ele sinta que está sendo valorizado como pessoa importante no processo. Preocupe-se com a qualidade do seu e-mail marketing para dispositivos móveis e entenda para qual público você está se voltando.

De acordo com um infográfico que postamos no nosso perfil do Facebook ontem, é um momento decisivo para as empresas: é preciso adaptar as estratégias de negócio para dispositivos móveis.

“Redefina sua proposta de valor determinando o que seus consumidores querem com a sua empresa em mobile. Faça benchmark dentro e fora da sua indústria.”

Longo ainda afirmou que 69% das pessoas apaga o e-mail marketing porque ele tem uma visualização difícil no dispositivo móvel. Junto a isso, pode-se citar a pesquisa do Ibope, realizada entre 25 de abril e 2 de maio desse ano. Segundo ela, 43% de um universo de 4.600 pessoas maiores de 18 anos reclamam do tamanho da tela, enquanto 41% alegam que a visibilidade da imagem prejudica o mobile commerce.

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