Desempenho: melhore a imagem do seu site


Fonte: CIO e Symantec

De acordo com uma pesquisa realizada no mês passado do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), a reclamação de clientes pode afetar não só a imagem, mas o desempenho financeiro e o valor de mercado das empresas.

Muitas empresas não estão respondendo rapidamente aos problemas de desempenho do seu site, deixando os clientes com uma sensação de que a experiência online não melhorou desde a primeira geração de sites, no início do século XX, de acordo com uma pesquisa realizada pela Vanson Bourne.

A pesquisa – encomendada pela Micro Focus – descobriu que 68% dos 50 CIOs pesquisados na Austrália e na Nova Zelândia não foram capazes de resolver um problema em seus sites antes que algum cliente ficasse ciente da situação.

A maioria dos entrevistados disse que não iria esperar mais do que uma média de sete segundos para um site carregar antes de abandoná-lo, mas 22 a 34% não testam o quão rápido suas aplicações carregam em dispositivos móveis.

Quando se trata de preparar-se para picos de tráfego, metade dos CIOs não simulam o desempenho do site.

E você? Já acessou o sei site de um dispositivo móvel? Este cuidado é fundamental. O seu site pode não estar bem configurado para as pessoas que forem acessá-lo de plataformas móveis, e se isso acontecer com você, pode ser um problema.

Veja só: dois tipos distintos de organizações surgiram da recente pesquisa “A Situação da Mobilidade 2013”, da Symantec Corp. (Nasdaq: SYMC): as empresas ‘Inovadoras’, que abraçam a mobilidade imediatamente e as ‘Tradicionais’, que relutam em implementá-la. 84% das inovadoras (32% na América Latina) estão apostando em mobile, motivadas por fatores profissionais – e estão obtendo benefícios significativos. As organizações tradicionais estão implementando a mobilidade mais lentamente, grande parte delas em função da demanda dos usuários – e estão tendo menos custos e menos benefícios.

A Pesquisa 2013 sobre o Estado da Mobilidade, da Symantec representa as experiências de 3.236 empresas de 29 países, 312 delas da América Latina. Foram entrevistados profissionais de nível sênior da área de TI, no caso das empresas de grande porte, ou um técnico, nas PMEs. As respostas vieram de empresas com no mínimo cinco até mais de 5.000 funcionários.

Os dois grupos percebem os benefícios e os riscos do mobile de formas diferentes. Entre os inovadores latino-americanos, 56% afirmam que os benefícios valem os riscos. Globalmente, 66% das empresas tradicionais consideram que os riscos não compensam. Isso é refletido no índice de adoção da mobilidade, com 49% mais funcionários usando smartphones profissionalmente entre os inovadores.

Quando se trata dos inovadores, o envolvimento da empresa não se limita à compra dos aparelhos (49% são comprados pelas organizações). Eles frequentemente têm políticas de mobilidade, além do dobro da probabilidade de usar tecnologia para impor suas políticas (60% dos inovadores contra 33% dos tradicionais).

As empresas sabem que adotar qualquer tecnologia antecipadamente, como mobile, pode trazer alguns riscos. Se uma organização utiliza mais dispositivos móveis, poderia experimentar mais incidentes que aquelas que não usam tais dispositivos. Quando entrevistados da América Latina foram questionados sobre quais perdas haviam experimentado nos últimos 12 meses como consequência ou relacionados à mobile, 42% mencionaram a perda de dados de sua organização, de colaboradores ou de clientes; seguida da perda de produtividade (35%) e aumento de custos (33%). A boa notícia é que, com base em tais incidentes, 74% das empresas modificou suas políticas ou processos relacionados aos dispositivos móveis em sua organização para prevenir futuros incidentes.

 

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