Marcas: atentem para corresponder às expectativas de consumo


Fonte: Endeavor

A Endeavor postou um resumo das 20 principais tendências mundiais de consumo previstas 2013  que foram divulgadas pelo Trendwatching, empresa de tendências que examina o mundo em busca das oportunidades promissoras. Segundo sua mais recente análise, a despeito da situação econômica, do mercado ou indústria de atuação, aqueles que conseguirem entender e suprir os desejos, necessidades e expectativas em constante mudança dos consumidores sempre terão chances de lucrar.

Confira:

1 – Presumers e Custowners. Dois perfis serão cada vez mais adotados pelos novos consumidores: os “presumers” – aqueles que gostam de se envolver, financiar e promover produtos e serviços antes mesmo que eles existam – e os “custowners”, que deixam de lado o consumo passivo e investem nas suas marcas preferidas, por meio de plataformas de crowdfunding.

2 – Emergentes. Em vez de concentrarem sua atuação em mercados desenvolvidos, agora os produtos e serviços de mercados emergentes vão se concentrar em atender os desejos da própria classe média emergente. Além de serem mais experientes nos mercados em ascensão, reconhecem que entre eles os novos players mais potentes da indústria.

3 – Momentos mobile. Um insight sobre comportamento indica o próximo passo para mobile: cada vez mais os consumidores usarão seus smartphones como maximizadores de momentos do dia-a-dia. Neste cenário, destacam-se os produtos e serviços que oferecem conveniências, experiências e snacks digitais, permitindo que os consumidores adotem um estilo de vida multi-hiper-tasking.

4 – Nova vida interior. O fenômeno está nos produtos e serviços que possuem, literalmente, vida ‘interior’, ou seja, podem ser plantados e cultivados após o uso. Eles podem não resolver os maiores desafios de sustentabilidade do planeta, mas agregam um valor simbólico ao gerar algo novo a partir de um produto de consumo.

5 – Appscription. Os médicos passam a recorrer a aplicativos e outros serviços do tipo para melhorar os resultados de tratamentos. Desde que sejam precisos e seguros, esses “remédios digitais” prometem tornar o consumidor mais consciente sobre a sua saúde e reduzir custos ao permitir monitoramento remoto e captação antecipada de sintomas.

6 – Celebration Nation. Em 2013, o capital cultural global continuará sendo alterado tão dinamicamente quanto o seu equivalente financeiro. O resultado é que os mercados emergentes passarão a exportar símbolos, estilo de vida e tradições, tornando sua cultura fonte de orgulho para consumidores locais e objeto de interesse para globais.

7- Data Myning. Até hoje, o uso da “big data” (abundância de informações sobre o consumidor e seus hábitos de compra) se resumia a atender interesses de negócios. Daqui em diante, os compradores esperam tomar o controle e fazer melhor uso dos seus próprios dados, além de procurar marcas que usem esta informação para oferecer ajuda sobre como melhorar o seu estilo de vida.

8- Feito aqui. A mudança na economia de negócios de manufatura faz com que o termo “local” ganhe importância entre os consumidores. Entre os fatores por trás disso, está a busca das pessoas por “newism”, isto é, a expectativa de ter o produto certo na hora certa, preocupações com a sustentabilidade e o desejo por histórias interessantes.

9- “Nudez frontal”. A tendência é a mega-transparência. As marcas devem provar e mostrar que não têm nada a esconder. Mais do que declarar seus valores e cultura, devem assumir uma posição clara, com resultados concretos. Serve apenas para aquelas que confiam em seu produto (e nelas mesmas).

10- Marcas exigentes. Marcas conectadas, que já embarcaram na busca por um futuro sustentável e socialmente responsável, vão exigir a contribuição de seus consumidores, ganhando assim o respeito dos mais exigentes. Por outro lado, os consumidores precisam realmente acreditar na causa para aderir a uma demanding brand.

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