Conexão KingHost: nosso evento de empreendedorismo chegou ao Nordeste


Postagem LAB-04É com muito orgulho que contamos um pouquinho sobre o terceiro Conexão KingHost de 2014, evento de empreendedorismo que representa incentivo à cultura empreendedora no país, e que aconteceu em Recife-PE semana passada (09/10). Lá, desfrutamos novamente de um dia especial com troca de experiências e inspirações entre participantes e palestrantes. Ao todo, somaram-se mais de 600 participantes nas edições Sul (Porto Algre), Centro (Belo Horizonte) e Nordeste (Recife).

Também queremos agradecer a participação de todos no evento. Mais uma vez, a parceria com o Man in the Arena trouxe ainda mais energia e criatividade ao evento. Além de todo apoio na curadoria de conteúdos, o grupo gravou um videocast ao vivo em cada edição. Dhaval Chada passou o dia conosco em Recife apresentando o evento, ele é empreendedor serial de sucesso e já havia participado do Conexão KingHost como palestrante em outras edições.

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Na abertura do evento, acompanhamos uma conversa entre Leo Kuba e Juliano Primavessi, CEO da KingHost. Juliano expôs as estratégias de Marketing e Vendas da KingHost e da Giga. Ele explicou que sua principal estratégia foi inicialmente andar por áreas onde as grandes empresas não haviam estado. De acordo com ele, identificar oportunidades em nichos não atendidos pelas grandes empresas é o ‘pulo do gato’ para atingir o êxito nos negócios. Em uma palavra: posicionamento.

O palestrante Rodolfo Ohl fez uma super apresentação sobre cultura empresarial. Com o tema “A empresa como ambiente de transformação”, Rodolfo fez questão de ressaltar que “cultura não é um acidente”. Existe a necessidade de criar um ambiente inovador e inspirador dentro da empresa. Ele citou 5 pontos principais para reter e engajar colaboradores, incentivando um ambiente inspirador: remuneração e benefícios, feedback, funcionários com voz ativa, valorização e ambiente confortável. Rodolfo mencionou que através de uma pesquisa da SurveyMonkey, ficou claro que a maior insatisfação entre os funcionários brasileiros é a falta de reconhecimento. Também comentou sobre a necessidade de uma “visão clara, liderança forte e ótimos gerentes” para fomentar uma cultura positiva.

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Em seguida, Bruno Yoshimura da Kekanto falou sobre monetização. Gerar receita é um grande desafio para os novos empreendimentos. Bruno afirmou que “para monetizar dados, você tem que ser muito grande”. Rafael Silva, da incubadora Habitat também compareceu, compartilhando suas experiências como coordenador da incubadora Habitat. Empresa que dedica esforços à criação e ao fortalecimento de novos negócios de base tecnológica no setor de biociências. Rafael vê o cenário de empreendedorismo no Brasil com otimismo, citando que o índice de empreendedorismo por oportunidade no Brasil é de 71% .

Gustavo Goldschmidt, CEO da Superplayer, participou da seção de cenários regionais. Ele nos contou sobre a criação e o desenvolvimento da sua empresa. O aplicativo, com diversas combinações musicais, conseguiu popularizar o streaming para um público que estava ainda ouvindo radio, algo que grandes players, como Spotify e outros, não conseguiram oferecer para o grande público Brasileiro.

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Explorando o tema “escale – a interação entre a promessa e a entrega”, Ricardo Jordão Magalhães iniciou sua palestra a tarde. Ricardo é CMO da Rakuten, grande multinacional no ramo de e-commerce. Conforme o palestrante, querer competir com grandes empresas de e-commerce é inviável. Como dica, ele sugere que os empreendedores criem e-commerces diferenciados, utilizando desde o layout até o foco estratégico em nichos específicos.

Gustavo Ziller, empreendedor endeavor e sócio-fundador da Aorta fez uma palestra bastante inspiradora, onde falou da importância de trabalhar com sócios que tenham um perfil complementar ao seu. Para Gustavo, é importante também ter paixão no que se faz, citando como exemplo seu próprio início de carreira: uma rádio. Para ele, o fio que o conduziu à carreira empreendedora foi a música. O dia foi finalizado com uma provocação: você teve um momento em que percebeu que precisaria ter um equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal, se pudesse voltar atrás, o que teria feito diferente?

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